terça-feira, 13 de setembro de 2011
Akinator - O Gênio da Internet
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Teclado com tela Touchscreen
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Game controlado com o movimento dos olhos

segunda-feira, 1 de março de 2010
Novo pendrive com memória infinita que permite transmissão de dados sem fio.

Como sempre, a Consumer Eletronics Show (CES) traz inúmeras novidades para o mundo tecnológico. Uma delas, surgida na CES 2010, foi o pendrive com memória “infinita” da fabricante indiana Infinitec.
É isso mesmo, um dispositivo de armazenamento com capacidade ilimitada para guardar dados. Parece que finalmente não precisaremos mais nos preocupar com o tamanho das coisas que guardamos no pendrive, certo? Mais ou menos...
Cabe tudo no pendrive?
Na verdade o IUM, acrônimo para Infinity USB Memory, não é bem um pendrive. Ele é, na verdade, um dispositivo para conexão sem fio e, como tal, permite que você tenha acesso a discos rígidos de diversos equipamentos nele conectados. Durante este artigo será explicado melhor o funcionamento do aplicativo e você entenderá bem do que se trata.
Com o IUM é possível criar redes de compartilhamento de memória para armazenamento entre vários dispositivos diferentes por meio de conexão sem fio, independente do seu sistema operacional. Assim, você utiliza diretamente no laptop, por exemplo, o HD do desktop.
Resumindo, o IUM é compatível com laptops em geral, vídeo games, televisores, computadores, impressoras e quaisquer outros equipamentos de armazenamento ou reprodução com entrada USB. E, apesar de não ser realmente um pendrive, o fato de ser útil para o armazenamento, ser um dispositivo USB e ter formato de pendrive, faz com que ele seja tratado como um “pendrive com memória infinita”.


Rede de compartilhamento?
Exatamente! Vamos elaborar um exemplo para explicar melhor: você tem em sua casa um laptop com HD de 250 GB, um PlayStation 3 com HD de 120 GB e um computador de mesa com 320 GB. Ambos os equipamentos possuem portas USB e podem ter um IUM conectado em cada um deles.
Após a conexão dos dispositivos em todos os aparelhos, você tem uma rede de compartilhamento de memória com 690 GB (valor da soma dos três discos rígidos) ao seu dispor e pode utilizá-la para quaisquer fins, em qualquer um dos três equipamentos conectados à rede.
A função do IUM, a de criar uma rede de compartilhamento, não é nada novo e pode ser feita utilizando cabos. Contudo, o dispositivo da Infinitec é muito prático, afinal, é um "plugar e usar" (ou plug and play) e permite a criação de redes sem fio.
Ou seja, sem complicações com cabos e configurações, você só precisa conectar o aparelho em seu computador (ou em qualquer outro equipamento com porta USB) e usar seu disco rígido para armazenamento.
Segurança
Um ponto bastante interessante tratado pelos desenvolvedores do IUM é a questão da segurança. Como a sua função é a de criar a rede – e não de armazenar nada – se o dispositivo for perdido ou roubado não coloca em risco a privacidade de seus dados.
Transmissão de áudio e vídeo
As televisões HDTV atuais possuem entrada HDMI e também USB, dentre outras. Do mesmo modo que você compartilha espaço para armazenamento ao conectar o IUM em um computador, se conectá-lo a um televisor pode ver seus vídeos e tudo mais em alta definição diretamente na TV.
Assim também ocorre com aparelhos de som, afinal, atualmente é bastante comum encontrar aparelhos com entrada USB. Conectando um IUM ao computador e outro ao aparelho de som, você escuta suas músicas preferidas com toda a potência das caixas de som.
Lançamento e preço
Especula-se que o preço gire em torno de US$ 150 (cerca de R$ 270) e, de acordo com a Infinitec, o produto será lançado às 15h (horário de Brasília) do dia 1º de março de 2010 nos Estados Unidos. Ainda não existe previsão de lançamento do Infinity USB Memory no Brasil.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Robôs que irão ajudar os idosos
"Este animal robô tem efeito calmante", disse o empresário aposentado Toshio Tanimura, de 80 anos, que passou dez minutos alisando um exemplar.
Também fez sucesso uma armadura que reforça a ação dos músculos e pode ser usada por idosos e deficientes físicos.
No Japão, uma em cada cinco pessoas tem 65 anos ou mais e, de acordo com estimativas do governo, essa porcentagem deve aumentar para uma em cada quatro em 2015.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Sensores podem substituir bengalas para cegos
O oftalmologista Leonardo Gontijo, professor da Faculdade de Medicina da Santa Casa de Belo Horizonte (MG), desenvolveu alguns sensores que poderão ajudar os cegos a se locomoverem sozinhos, sem a ajuda da bengala.
O aparelho, que está sendo patenteado no Inpi (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e ainda não tem um nome comercial definido, será apresentado no Congresso Brasileiro de Oftalmologia, no final do mês de agosto.
Segundo Gontijo, a ideia de criar os sensores surgiu depois que ele atendeu um paciente adulto que perdeu a visão por causa das complicações do diabetes. "Ele entrou no meu consultório escorado pelos filhos e não tinha nenhuma afinidade com a bengala. Era totalmente inseguro para andar", diz.
Por causa dessa experiência, Gontijo decidiu desenvolver os sensores com a ajuda de um eletrotécnico. Os aparelhos são presos em três pontos do corpo: nos joelhos, na cintura e na altura do peito.
Quando houver objetos a pelo menos 1,5 metros de distância do deficiente, os sensores vibram e a intensidade aumenta com a aproximação. A distância em relação aos objetos pode ser regulada.
"Antes de usar os sensores em pacientes, fiz o teste sozinho. Vesti os sensores, espalhei várias mesas e cadeiras num salão de festas, apaguei as luzes e tentei caminhar. Em nenhum momento eu trombei nos objetos."
Gontijo diz que o sensor poderá ser usado por todos os deficientes visuais, mas acredita que aqueles que ficaram cegos depois de velhos aceitarão melhor o equipamento.
"O cego de nascença desenvolve outras habilidades e se dá muito bem com a bengala. Já aquela pessoa que fica cega na maturidade tem mais dificuldades para se adaptar", avalia o oftalmologista.
Por enquanto, não há aparelhos disponíveis para venda, pois o equipamento está em fase de patente. Ainda não há estimativa de preço nem de prazo para o lançamento.
É uma excelente evolução tecnológia, porém o preço pode não ser muito acessível a todos que necessitarem.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Softwares Portáteis
Chamadas de versões 'portable', tais aplicativos podem ser carregados para todos os lados usando o dispositivo.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Bateria movida a ar pode guardar mais energia!
Ao se descarregar, o oxigênio presente no ar penetra na peça e reage com um componente de carbono poroso presente em seu interior. Essa reação cria mais energia.
Segundo o site OhGizmo!, os criadores da bateria a ar afirmam que ela pode ser recarregada aproximadamente dez vezes mais do que as baterias atualmente disponíveis no mercado, e ainda pesar menos. A Stair poderia ser utilizada em laptops, celulares e até em carros elétricos, noticiou o blog de tecnologia e ciência do site Telegraph.
"Os benefícios são que ela é muito mais leve e muito menor, então é melhor para ser transportada junto a pequenos aparelhos", informou Peter Bruce, professor do Departamento de Química da Universidade de St. Andrews, aonde a Stair está sendo desenvolvida.
"O tamanho também é crucial para qualquer um que esteja projetando carros elétricos e que precisam manter o peso dele o menor que puderem", completa.
Bruce também alerta para o meio ambiente, que é menos prejudicado com sua bateria, e ainda previne o consumidor de ficar na mão. "Armazenamento também é importante para o desenvolvimento da energia verde. Você precisa armazenar energia porque as energias solar e eólica são intermitentes", disse. A nova tecnologia deve chegar ao mercado em cinco anos.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
Computação nas Nuvens
Nos próximos anos devemos ouvir falar muito sobre os termos “computação nas Nuvens “ e “cloud computing ”. O conceito é claro, cada vez mais as informações estarão disponíveis e mais pessoas terão acesso a essas informações, graças à disponibilização de muitos serviços através da internet.Computação nas Nuvens refere-se à possibilidade de utilizarmos computadores menos potentes que podem se conectar à Web e utilizar todas as ferramentas on-line, seguindo o exemplo que o Google propõe com o Google Docs, Gmail e tantas outras aplicações. Assim, o computador seria simplesmente uma plataforma de acesso às aplicações, que estariam em uma grande nuvem - a Internet.
Vale lembrar, que como o termo não é nada novo, já existem vários sites que são praticamente sistemas operacionais on-line, além de muitos serviços que disponibilizam ferramentas fantásticas on-line. Exemplo recente da Adobe, que disponibilizou uma versão on-line do Photoshop.